Visita Inhotim - Galeria da Lygia Pape
Grupo: Camille Fernandes, João Vitor Cancela, Anna Luiza de Castro, Maria Eduarda Sobral, Mariah Barbosa, Lívia Pereira e Eduarda Sobral
O prédio é fechado e escuro devido à sua obra interna clara chamada Ttéia. Localizado em uma colina, pode ser acessado por uma estreita estrada que sobe através de uma floresta. A laje superior do cubo foi reduzida e girada em relação à parte inferior, resultando em uma triangulação das paredes e uma fachada com efeito de profundidade.
Parte externa da galeria da Lygia Pape
O grupo descreve a obra de arte como sendo contemplativa, destacando a ausência de interação com ela. Também menciona a presença de um degrau para limitar o acesso da arte ao edifício, assim como a conexão entre o edifício e a obra através das linhas diagonais nas paredes. O contraste entre a aparência grotesca do prédio e a delicadeza da obra Ttéia é mencionado, resultando em uma conexão menos óbvia entre eles. A circulação dentro do prédio é descrita como sombria e tortuosa, levando o visitante a um espaço de introspecção e reflexão. O prédio se destaca na paisagem devido à sua aparência grotesca em meio às colinas e vegetação. O acesso ao prédio pode ser um pouco difícil devido às ruas estreitas e placas de indicação pouco claras, mas o caminho é cercado por uma abundante arborização. O grupo concluiu que não há uma conexão forte entre o edifício e o ambiente, assim como a obra Ttéia não se conecta tanto ao edifício. Os sentimentos gerais do grupo foram desconforto e curiosidade em relação ao mistério dos limites das paredes e uma sensação de tranquilidade e paz causada pela brincadeira com eco e temperatura.


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